Testei: Elsève Tratamento Noturno

Com esse frio dos últimos tempos, hidratar o cabelo em casa virou uma verdadeira tortura para mim.

Ficar com a cabeça molhada, com creme, com touca, depois enxaguar com água fria para dar brilho, sem chance nesse friozão!

E como gastar com salão toda semana não está nos meus planos de perua pobre, o jeito foi buscar alternativas para não ficar com o cabelão a la Elba Ramalho das antigas de tão seco.

Pesquisando, cheguei na única coisa que eu conseguiria fazer sem ter que me envolver muito tempo com água e cremes gelados: hidratantes noturnos sem enxágue.

Então, passei na farmácia e comprei o ELSÈVE TRATAMENTO NUTRITIVO NOTURNO que há muitos meses atrás foi bastante comentado pelas blogueiras e apareceu em todas as revistas, e não é nenhuma novidade. Mas, como meu cabelo é uma indústria produtora de óleo, nunca nem cogitei usar esse tipo de produto, pois tinha certeza que meu cabelo acordaria completamente oleoso, pesado e sem brilho.

Mas não é que tive uma grata surpresa? O creme foi ótimo e me salvou!

Estou usando somente duas vezes por semana (para não carregar meu cabelo que é super oleoso e fino), colocando na palma da mão apenas a medida de uma moeda de um real. Estou passando com os cabelos molhados, e após secar naturalmente vou dormir. E o cabelo acorda bem sedoso, como se tivesse sido hidratado nos moldes tradicionais com altas misturas de cremes poderosos que só nós mulheres sabemos fazer.

Enfim, recomendo e MUITO este produto para os dias de frio e chuva! Além do preço ser ótimo para esse tipo de situação extrema!

E você, já usou esse tipo de produto?

Vi que a Avon tem um desses também, alguém já usou?

Por que os homens gostam da gente de jeans e camiseta?

Quando li um post da fofíssima Lia do Just Lia há umas duas semanas atrás, confesso que pensei “cadê a câmera?”, “tem alguém aqui em casa filmando minha rotina, só pode!”. Sério mesmo.

Enfim, resumindo o post da Lia superficialmente, ela diz que seu noivo adora quando ela está de jeans+camiseta divertida+tênis e está alheio a todas as novidades e peruices fashionistas que nós mulheres adoramos, mas que todo fofo sempre faz uns comentários sobre as roupas dela.

Pois bem… O post da Lia reflete e traduz de maneira maravilhosa o que eu passo aqui em casa com o meu noivo, o Aurélio, toooodo santo dia. Gente, me diz: por que raios a gente se emperequeta tanto, fica horas se arrumando pra sair, se SEMPRE temos que perguntar: “Tô BUNITA tchuquinho-ôôô?!”. E claro, AI dele se disser qualquer coisa que não seja um enfático “tá LINDA amoorr!”. E mais: mais AI dele ainda se não fizer nenhum comentário extra do tipo “Nossa, é novo esse seu LINDO colar? Ou “Que legal essa maquiagem DIFERENTE que você fez!”.

Ok, e nós fingimos que realmente acreditamos nesses comentários suuuuper espontâneos, não é mesmo?

A questão principal é: não estou cogitando o fato de estarmos realmente bonitas ou feias, eu queria era uma explicação antropológica/psicológica/paranormal definitiva para o fato de que assim como o noivo da Lia, o meu tem um comportamento padrão típico (nerd com comportamento padrão é pleonasmo, mas tudo bem…) que se traduz na minha pessoa

Somente receber elogios SEM EU TER QUE PERGUNTAR, ou seja, espontaneamente, quando estou com a roupa mais TOSCA e simples do mundo!

Pra ter noção do que estou falando, saca só os meus LOOKS preferidos pelo bofe Aurélio:

  • Calça jeans + blusinha branca + all star
  • Saia de malha + blusinha sem estampa + rasteirinha
  • E o campeão da simplicidade: vestido de malha podre, que uso pra limpar a casa!

Eu já pensei em mil explicações feministas e conspiratórias para esse tipo de padrão de comportamento masculino (que vi que é do Aurélio, do noivo da Lia, dos meus amigos…), pensando se é algum tipo de subordinação feminina, sinal de fragilidade, complexo de Édipo, e blá blá blá…

Mas acho que no fim desisti de tentar entender, e simplesmente continuo com aquela velha máxima que mulheres definitivamente devem se vestir para si, para sua felicidade, e para sua auto estima. Afinal, só nós entendemos o que é esse tal de skinny, open boot, pied de poule, boho, oxford, wet legging, clog e taaaantas outras frescuras legais!

E NUNCA vamos conseguir que eles entendam que esmalte vermelho não é de tia velha, que calcinha bege de fio dental é necessária e útil em certos casos, ou que manga presunto é nome de roupa, não de comida.

Enfim, assim como disse a Lia no final do seu post citando Betsey Johnson: mulheres se vestem para si e para outras mulheres, pois se nos vestíssemos para os homens, andaríamos peladas por aí o tempo todo.

Portanto, façamos sempre a nossa moda, com o nosso jeito, com as nossas preferências, nossas vontades, com o que nos deixa bem, confortáveis conosco e com o mundo. Daí, um dia ou outro, a gente coloca aquele jeans e aquela camiseta super sem graça, e ganha o dia do namorado!!!

Eu sou um ET: não uso batom!

Existem várias coisas que vejo por aí nesse mundo de blogueiras de moda, cosméticos e afins, que adoro e que me fazem conhecer-apreciar-viajar-sonhar, com muitas novidades, produtos, lugares, novos mundos e coisas que sem a internet com certeza eu não conheceria.

Mas também existe um outro lado, que hoje no twitter “me peguei” pensando mais uma vez, enquanto conversava com as queridas Dai e Mari, do TPM Moderna: no mundo dos blogs existe um mundo que não me pertence e que não tenho acesso. E se um dia eu terei, também não sei… Não sei se terei condiçõe$, e o que mais eu penso: não sei se eu quero muitas coisas.

Quer ver um exemplo mega besta? Parece que está consolidado que mulher que é mulher usa batom. E eu me sinto um ET por não ter nenhum Ruby Woo, Rouge Volupté, Snob, Viva Glam, Obey, Orange Soda, Faux, Russian Red, Pink Nouveau…

Sério mesmo, genteee: EU NÃO USO BATOM!

E não tem UMA explicação pra isso. Eu não sei o real motivo…

  • Pior que eu não sei se é trauma de infância: eu usava batom rosa-cheguei todo dia para ir à escola até os 9 anos.
  • Se é trauma familiar: não conheço minha mãe sem maquiagem, acho que ela já acorda maquiada. E batom tem que ser vermelhÃO, cafeZÃO, laranjÃO…
  • Ou se eu sou jacu do mato mesmo…

E não tenho nada contra o “efeito” do batom não, acho lindo minhas amigas com batom vermelho, minha mãe combinando o batom com a blusa (anos 80 na veia!), batom nude, etc, etc… Mas em mim não rola mesmo, e não é por falta de tentativa ou acesso.

E além de tudo, meu lado racional sempre tem uns questionamentos bem práticos, tipo assim:

  • Como faz para beijar de batom? (Sério, eu beijo o Aurélio umas vinte vezes por dia!)
  • Como faz para comer de batom vermelho? (no meio do “processo” não sai tudo?)
  • Como faz para trocar roupa de batom, sem ficar com boca de palhaço ou comer o batom? (Afinal, trocamos a roupa do trabalho, pra da academia, pra de usar em casa, pra de ir na padaria…)
  • Como faz pra dar beijinho na amiga de batom? (eu não sei se é regional, mas aqui damos beijo na bochecha dos amigos.)

Depois de toda essa confissão, acho que serei excluída do mundo dos blogs…

Ah, mas deixa eu me redimir: eu uso aqueles brilhinhos de boca tipo de criança, quase sem cor, da Avon e da Nivea quando tá frio. É muita vergonheira? hahaha

Compra pra mim tia?

Festival de Dança de Joinville

Hoje começa o 28º Festival de Dança de Joinville (há, minha cidade!). O evento ocorre entre 21 e 31 de julho, em vários pontos da cidade.

Ele é considerado o maior Festival de Dança do mundo, e são 10 dias de apresentações oficiais no Centreventos Cau Hansen ou em palcos alternativos por toda a cidade, com a presença de milhares de bailarinos e profissionais da dança e das artes de todo o Brasil e do mundo. O Festival contempla os mais diversos estilos, do Balé Clássico à Dança de Rua, passando por Danças Folclóricas, Jazz, Sapateado, Dança Contemporânea…

A cidade fica completamente lotada de turistas, e a cidade respira dança e arte. Shoppings, vitrines, lojas, restaurantes, tudo é decorado e especialmente preparado para este evento.

Além das Noites Competitivas, o festival oferece várias apresentações especiais (como a Noite de Abertura com o musical de Claudia Raia), Noite de Gala, cursos, workshops e seminários para estudantes e profissionais da área, Feira da Sapatilha e o Encontro das Ruas (que valoriza a cena hip hop, incluindo-a como digna de respeito e apreciação da cultura – muito legal!).

Mas o mais legal, são os palcos abertos, onde pessoas que não têm condições financeiras ou disponibilidade para ver as apresentações especiais podem conferir em shoppings, praças, hospitais e até nas fábricas onde trabalham, apresentações de altíssima qualidade, super selecionadas.

Eu sempre assisti as apresentações em palcos abertos, pois nunca consegui comprar os ingressos, pois sempre deixava pra última hora…

Mas neste ano, cheguei cedo nas filas e comprei ingressos para mim e o @oreio para vários dias! E o melhor, os preços são super acessíveis: R$10 para as Noites Competitivas. Valor super bem pago para horas de espetáculo, com váaarias companhias se apresentando. Eu ADORO as apresentações de Dança de Rua!

Se vocês estiver pertinho daqui nesses dias, vem pra Joinville curtir um friozinho e um ótimo programa, vem!

Mais informações sobre o Festival de Dança e a programação, é só entrar no site www.festivaldedanca.com.br

Óleo x Creme: quem hidrata mais nesse frio?

O frio realmente chegou pra valer. De Norte a Sul do Brasil as temperaturas despencaram, e até quem não passava tanto frio está passando, não é mesmo? Todo mundo está cheio de blusas, cachecóis, casacos, e reclamando do frio para tomar banho e da pele ressecada.

Com isso, estou lendo nos últimos dias várias reportagens sobre hidratantes e óleos de hidratação corporal. Afinal, com o frio e os banhos super quentes, a pele resseca pra valer, ficando áspera e com aspecto rachado, e ficando propensa até mesmo a alergias e estrias.

E nos cuidados de beleza desse nosso inverno, muitas mulheres preferem passar o óleo de banho no lugar do hidratante, pois o óleo de banho é bem mais prático: você pode usá-lo durante o banho com a pele molhada, ou logo que desliga o chuveiro. Já o hidratante tem que ser passado com a pele seca e fora do chuveiro, e o grande problema é que no inverno o creme fica muito gelado. E o que queremos é sair do banho rapidinho e colocar logo o pijama pra ficar bem quentinha, não é mesmo?

Mas, em todas as reportagens, artigos e posts de blogs que leio, uma coisa me incomoda muito: ler que óleo de banho deve ser usado para hidratar a pele. Este foi um erro que cometi durante muitos e muitos anos da minha vida, e não sabia que estava errada e prejudicando a minha pele. Por isso, decidi escrever este post sobre o tema, para que possamos conversar sobre a diferença do óleo corporal e do hidratante.

Vejam só: quando comecei a trabalhar em uma indústria de cosméticos, comentei com as especialistas que trabalhavam lá que eu possuía estrias, mas não entendia o por quê. Afinal, desde muito cedo eu era viciada em óleos corporais, e religiosamente todo dia eu hidratava minha pele com óleo de amêndoas doces ou de semente de uva, e, desta forma, não entendia como uma pele bem hidratada e saudável tinha ficado com estrias (e cada vez apareciam mais!). Foi daí que as especialistas me disseram a super verdade que nuca ninguém havia me dito: óleo não hidrata a pele, apenas o creme.

Foi daí que elas me deram uma explicação muito fácil de entender sobre esta diferença entre o óleo e o hidratante corporal na nossa pele:

Aprendemos láaa no colégio que a água é uma molécula pequena, e o óleo uma molécula grande, não é mesmo? Aprendemos também que a pele possui poros beeem pequenininhos. Portanto, o óleo não tem a capacidade de penetrar na pele. Como ele não penetra, ele não consegue hidratar a pele bem a fundo. Sendo assim, a única função do óleo corporal é ser responsável por criar uma película sobre a pele, e não deixar que a água saia, aí sim desidratando nossa pele.

Mas, assim como devemos tomar água todos os dias, a nossa pele também precisa “beber” água todo dia, e para isso, devemos passar cremes hidratantes, que têm água e diversos ativos hidratantes em sua formulação (como colágeno, aveia, cupuaçu, semente de uva, entre outros) que penetram na pele, nutrindo-a e deixando-a bem saudável.

E com essa explicação das especialistas que trabalhavam comigo, eu entendi porque eu tinha estrias. Eu não estava repondo a água da minha pele, e por isso ela “rachou”… Desde então, eu uso hidratantes todos os dias, e não tive mais estrias novas.

Portanto meninas, a dica é: usem hidratantes corporais em forma de creme todos os dias, seja no inverno ou no verão. Passe de preferência após o banho, pois os poros ficam bem dilatados e o creme penetra bem. E use o óleo apenas uma vez por semana, para criar essa película sobre a pele.

E lembre-se de pelo menos de 15 em 15 dias fazer uma boa esfoliação corporal retirando células mortas, poluição e restinhos de cremes e óleos que nem sabemos que estão na nossa pele ainda… Assim, com a esfoliação, facilitamos ainda mais a penetração dos nossos queridos cremes.

Um grande beijo!

XIMBUKTU – A nova coleção linda da FARM

A marca carioca FARM é uma marca que admiro e respeito muito. Acho uma marca sensata, que tem um processo de criação que respeita os próprios valores da marca, e desde 1997 segue o mesmo estilo. Estilo este que sempre, é claro, é mesclado e aprimorado com novas tendências e novidades do mundo da moda e tecnologia têxtil.

É o tipo de moda que eu gosto e admiro. Uma moda influenciável até um certo ponto, cheia de inspirações, mas que respeita o seu próprio processo criativo. E principalmente, respeita os clientes fiéis da marca.

XIMBUKTU – Coleção de verão 2011 Farm

A Farm ainda está no pré lançamento da coleção Ximbuktu, mas já deu para perceber que será uma coleção lindíssima, a cara do verão e do nosso Brasil. Adoro essa marca ainda mais por causa disso, mostra uma moda brasileira, de verdade, sem influências estrangeiras que nada têm a ver com o nosso clima tropical.

O nome da coleção remete a um local imaginário, criado pela Farm para agradar todos os estilos de vida, gostos e comportamento. Uma bela e sutil estratégia de venda e marketing, para agradar vários estilos de cliente. Mas sempre com aquele toque étnico e folk, cheio de elementos artesanais. Veja só a linda e imaginária explicação da coleção retirada do site da Farm:

“Ximbuktu fica a alguns quilômetros de Ipanema, às margens do rio Negro ou ao norte de Madagascar. As tribos que vivem ali, têm o dom da simpatia e da felicidade. Celebram a vida, a cultura, o belo, o pop, a música e a natureza. Macaquinhos zebrados, girafas onçadas e outras espécies coloridas correm e voam soltas em harmonia com as 4 tribos nativas, e a floresta.

São 4 tribos, e cada uma tem espaço garantido. Daí é só escolher em qual se hospedar:
Tribo Bambará: Pra quem gosta de passar os dias com o pé na areia, surfar no pranchão, navegar em canoas floridas e descansar ao pôr-do-sol tomando drinks de laranja.
Tribo Iarabi: Para corações românticos, num clima “Lagoa Azul”, colorido com florzinhas tipo liberty. Nessa tribo tudo é um convite ao romance e à paixão.
Tribo Dakar: A tribo mais chique adora se aventurar no safari, e depois, sombra e champanhe gelado no hotel boutique mais exótico do deserto.
Tribo Mopti: Essa é a tribo mais animada! Ousa no visual e se joga no Kuduro e nos mashups com as meninas mais descoladas de Ximbuktu!”

E você, de qual tribo faz parte? Eu sou da Tribo Bamdará, mas com certeza com um boooom pezinho na Tribo Iarabi!

Algumas fotos LINDAS da pré coleção:

Eu quero esse!!!

Mais informações, site da Farm: www.farmrio.com.br

Moda cíclica e reciclável

E você?

Inaugurando o blog, e cheia de idéias para compartilhar. Vamos nessa?

Pois então… Eu gosto de moda, gosto de saber tudo que acontece por aí.

Gosto de saber o que está sendo lançado, o que apareceu em cada desfile, gosto de pensar sobre o que foi criado de novo nas passarelas internacionais e nacionais. E mais ainda, sobre o que foi tirado da tumba dos anos 30, 50, 60… Ou mesmo de 3, 4 anos atrás (não é bem assim que acontece???). A moda felizmente (ou infelizmente, depende da visão e interesse) é cíclica e reciclável.

Eu, particularmente, acho isso lindo, prazeroso, e sobretudo, ecologicamente e socialmente correto (com o mundo e com o nosso bolso!). E quem tem estilo e atitude (como muitas mulheres lindas que vemos por aí) sabe tirar láaaa do fundo do baú uma peça linda, e usá-la tranquilamente com o maior estilo próprio, e estando “na moda”! Mesclando, misturando, fazendo um tudo-junto-e-misturado-com-noção-e-auto-conhecimento, tornando o retrô e o vintage atemporais, e lindos e antenados com o seu estilo pessoal e as novas tendências.

E o melhor de tudo isso: gastando nada e sendo super fashion.

Eu não sou nenhum exemplo fenomenal de estilo, mas humildemente eu digo: ADORO um brechó bem baratinho, ou assaltar o armário da minha mãe e da minha vó… Como as roupas antigas tem um acabamento lindo e bem feito, vocês não acham?

Beijos!