Garten Fashion Life: Fotos e Desfile da M.Officer

Olá queridos e queridas!

Primeiro, peço imensas desculpas a vocês pela demora das fotos do desfile (conforme post anterior).

O fato é que eu dependia do Marketing do Shopping no envio das fotos, e eles demoraram mais do que eu esperava. Infelizmente, acabei viajando para o feriado, e as fotos chegaram ao meu e-mail quando eu já estava viajando, e só hoje voltei ao trabalho e posso posta-las como eu havia prometido.

Bom, mas vamos lá, falar sobre os desfiles que vi no Garten Fashion Life: o primeiro que irei comentar (apesar do babado que foi o último post sobre o mau atendimento) será o desfile da M.Officer.

E uma coisa tenho que admitir: a coleção está lindíssima, e o desfile foi bem envolvente, com várias peças que com certeza serão nossas queridinhas. A coleção está recheada de tudo o que mais queremos no verão, cheia das tendencinhas fofas que estamos vendo por aí, tudo no maior estilo hippie chic, boho chic, romântico, praieiro e com visuais urbanos bem utilitários. Eu amei tudo que vi (e olha que sou chata, rs), e mais uma vez a grife de Carlos Miéle arrasa!

Observando o desfile, percebi alguns conceitos, elementos e tendências que apareceram fortes em diversos looks da M.Officer, vejam só:

  • Azul claro: a cor é a queridinha da temporada. Combina com o visual de praia, de resorts, de calçadão. Tudo a ver com nosso Brasil Tropical
  • Acid Jeans: aquele jeans manchado, oriundo da década de 70, vem com tudo. Eu sugiro mesclar com rendas, tons pastél e crochês
  • Vestidos longos em malha bem gostosa
  • Máxi coletes, com pontas e mais compridos atrás
  • Cintos finos, usados nos quadris, ou com nó na cintura
  • Nos pés, lindas sapatilhas neon e sandálias franciscanas em cores pastél
  • Para noites frias, cardigãs de malha com pontas e babados
  • Máxi bolsas, lindas e com detalhes dourados, dando uma pitada navy
  • Muitos babados: babados em camadas em vestidos, saias e blusas
  • Para os homens, nada de novo e envolvente: jeans e camiseta. O diferencial fica por conta dos tênis de cano alto, que dão um charme modernoso à produção

E algumas fotos para vocês (eu amei a sapatilha!):

Gostaram das fotos? Nos próximos posts, têm fotos da Scala e Renner, que fizeram belos desfiles.

Eu achei as roupas bem bacanas e bonitas, mas sem nada de muito surpreendente. E me decepcionei com a produção dos cabelos e make. Achei pouco conceitual, pouco com cara de desfile. Mas extremamente usáveis e praieiros, claro…

E vocês, gostam do estilo da M.Officer?

Acham a grife cara?

Eu acho muitas vezes os preços salgados, mas a qualidade é indiscutível… É roupa para “toda a vida”. hehehe

Desfiles do Garten Fashion Life e DESABAFO da Mog

Do dia 05 a 07 de outubro rola aqui na minha cidade o Garten Fashion Life, no Joinville Garten Shopping. São 3 dias de desfiles com marcas bem bacanas e oportunidade de conhecer mais de pertinho as novas coleções e novidades do verão 2011.

Quando soube do evento fiquei super feliz, pois a cidade aqui é carente de qualquer evento desse tipo, e esse shopping, recém inaugurado, além de lindo e com marcas super antenadas, tem uma equipe de marketing que está realizando eventos e exposições muito bacanas. Eventos de moda devem sempre ser encarados não como futilidade, mas como essenciais para formar um público conhecedor e consumidor de moda, não é mesmo? O que seria melhor para girar uma economia do que este tipo de consumo? Ainda mais o consumo feminino, que é um tema que muito me agrada e extremamente gerador de receita!

Bom, falando do evento: fui ontem aos desfiles na companhia da minha amiga japa e linda, a Karmen. Ontem assisti ao desfile de 3 marcas: M.Officer, Renner e Scala.

São três marcas que gosto muito, mas confesso tenho um enorme pé atrás com uma coisa da M.Officer: a péssima escolha das vendedoras de algumas lojas que fui aqui em Joinville e Curitiba. Não quero generalizar, pois seria muito injusto, obviamente. Mas sabe quando SÓ tenho experiência ruim ao entrar nessa loja? Ontem, por exemplo, fui pegar os convites da M.Officer e foi a última loja que entrei. Acreditam que as duas vendedoras nojentinhas da loja aqui de Joinville me deram o convite com uma cara de noooojo total, e não fizeram a mínima questão nem de apresentar a coleção, mostrar novidades?! NADA!

Ao contrário das vendedoras da loja Scala aqui de Joinville, que são umas foooofas de tudo, incluindo a Luana, minha super vendedora que eu já conhecia de outras lojas. Sabe aquela vendedora que te atende MUITO bem, mostra tudo, não empurra nada, e consegue delicadamente te convencer a levar meia loja pra casa e você nem sente? Isso sim que é uma verdadeira vendedora!

E ontem foi assim, ao entrar na Renner e na Scala: vendedoras super simpáticas, atenciosas, apresentando as novidades, o catálogo… Além disso tinha champagne para as convidadas dos desfiles da Renner e da Scala nas lojas após os desfiles. Super fofo e delicado!

Nos próximos posts de hoje, vou postar fotinhos e comentários com o que teve de lindo e promessas da moda verão em cada um dos desfiles. Assim como comentários sobre as makes e cabelos. (só estou aguardando o shopping me enviar as fotos oficiais do evento, com os looks de frente).

Mas nesse post, eu queria fazer um desabafo e perguntar pra vocês, leitoras e amigas: só eu que me estresso e deixo de gostar de uma marca por causa das vendedoras? Gente, eu achei o desfile da M.Officer lindo, mas não dá vontade de ir comprar nada só por causa das vendedoras nojentinhas…

Deixem seus comentários para eu não me sentir tão ranzinza sozinha vai…. hehehe

Queda de Cabelo? Use Shampoo Phytoervas!

Eu sempre tive o cabelo beeem longo, e sempre cuidei bem dele. Mas, no ano passado, percebi que a cada dia eu estava ficando com menos cabelo. Foi só olhar o ralo do chuveiro para ter a certeza que toda mulher odeia: eu estava perdendo muito cabelo!!!

Daí foi aquela correria para solucionar o problema rápido pra não ficar careca igual meu pai e meus irmãos (juro que pensei nisso!). Pesquisei muito na internet sobre as causas da queda, corri até à farmácia e revendedoras de cosméticos por alguns dias, comprando vários e vários produtos que nada adiantavam… Usei por uns 4 meses diferentes tipo de shampoos e loções para queda e NADA. Usei desde shampoo indicado por médico, até shampoos bem caros, outros shampoos de marcas muito boas, outros mais baratinhos. E NADA.

Até que um dia de bobeira no mercado, enfim comprei O milagre. E por apenas 10 reais ainda!

Quem realmente salvou meu cabelo foi este shampoo sem sal de Jaborandi da linha normal da Phytoervas:

Em apenas uma semana de uso (eu lavo o cabelo todo dia) ele cessou a queda, e deixou meu cabelo bem mais saudável. Bonito, brilhante, forte. Milagre do Jaborandi! (e isso é tudo verdade viu gente, pois tudo que coloco aqui sobre cosméticos e marcas é minha opinião de consumidora.)

Só por ter parado a queda eu já estava satisfeitíssima com o produto. Mas não é que, um tempinho depois, começou a aparecer na minha cabecinha MUITO fio de cabelo novo? Sério, até hoje eu “sofro” com os danadinhos que insistem em ficar arrepiadinhos. Eu os chamo de “anteninhas“, hehehe.

Mas prefiro ter que me virar com tic tacs e sprays fixadores pra dar um jeito nas “anteninhas” cheias de cabelinhos novos, do que ficar careca né gente?

Fica a dica pra vocês então, pois para mim foi ótimo!

Eu passei a usar outros shampoos da Phytoervas, pois todos são sem sal, suuuper concentrados e estou bem satisfeita!

Mas só usei os da linha normal. Não usei ainda a linha Phytoervas Fashion, do Reinaldo Lourenço. Alguém já usou? Dê a dica nos comentários, por favor!

PS: a Phytoervas tem o shampoo exclusivo para Queda de Cabelo, que é o de vidro roxinho com Bétula, Pantenol e Vitamina A. Mas, eu o usei e não fez efeito para mim, no meu caso. Incrivelmente, foi o de Jaborandi que “deu jeito” na minha queda de cabelo. Jaborandi é super útil há anooos como fortalecedor dos cabelos das nossas mães, tias, avós, né?

Desejo do verão: Vestido longo lindooo!

Se tem duas coisas que eu gosto MUITO e estão bem ligadas é:

– Aquele ar hippongo chic na produção (que hoje é chamado de Boho Chic, né?)

– Vestidos beeeem longos

Tenho váaarios vestidos longos no closet, e várias saias longas, que são xodós de quase 10 anos. A verdade é que muitas são oriundas das profundezas do tempo que eu adorava ficar sentada nas calçadas conversando com os hippies da cidade (oi Ana? oi Lissa? Desculpe Aurélio…).

Mas, como o tempo passa, a gente vai ficando um pouco mais decente e chique… rs

Então, mas jogando fora o passado de vergonha, vamos falar da moda verão né? Pois bem, é não é que esse ano, tudo que eu AMO desde sempre está na moda? Liberty, crochê, renda, cores docinhas… É muita alegria ver tanta coisa linda assim por aí!

E pra piorar (ou melhorar meu saldo negativo…) não é que a moda do verão promete resgatar com tudo até as saias longas e vestidos longos? É o meu céu!

E se não bastasse essa febre de máxi vestidos, e máxi saias por aí me atiçando, eis que me deparo com a imagem perfeita do céu do estilo boho chic mais lindo do universo: um lindo e sexy vestido longo de oncinha, ao mesmo tempo com um ar totalmente despojado, despretensioso e hippongo:

Me dá?

DIZ: de onde é esse vestido? Quero um agora!

(e esse corpitcho também, claro. Obrigada.)

Que produção inteira linda gente! Rasteira dourada, acessórios prata e turquesa, bolsa marrom estilo capanga sanfonada… Quer algo mais a ver com o nosso verão tropical?

É tudo tão lindo que eu nem vou falar mal do sutiã dela aparecendo nem do casaquinho feioso que espero que seja do avô dela… hehehe

Obs: a foto é do site http://lefashionimage.blogspot.com/ . Cheio de imagens lindas!

COISAS DE ONCINHA!

Meninas queridas! Eu estava sumidinha do blog, mas juro que foi por um bom motivo. Quem acompanha no twitter já soube da novidade, mas quem não acompanha, olha só que legal:

Depois de muuuitos meses de intenso trabalho, muita pesquisa, e dedicação quase exclusiva, finalmente, o projeto dos meus sonhos saiu, e estou muito feliz com o resultado!

Bom, para quem não sabe, eu sou apaixonada por coisas com estampa de oncinha, desde sempre! Tudo que tenha estampa de oncinha eu quero! Tenho quilos (pior que é!) de lingerie, bolsinhas, roupas, etc, etc… O meu sonho era ter uma casa toda de oncinha: queria ter sofá, pufe, cama… Só que casei né, e tenho que respeitar o lado masculino da casa (infelizmente, hehehe). Então eu dou uma maneirada, e fica no 50% de vontade: tenho a vassoura de oncinha e a roupa de cama! rs

Mas deixa eu parar de enrolação, e mostrar pra vocês a loja mais linda do mundo que foi lançada nesta sexta feira (sou suspeita né gente…):

É só acessar o site www.coisasdeoncinha.com.br e ver cada coisa liiiiinda que tem! Algumas pecinhas, para a minha alegria e satisfação, já estão esgotadas!

Tem de tudo: bolsas, necessaires, bijus, makes… E até coisinhas fofas para a casa!

Em breve teremos biquinís, lingeries, lenços, sapatilhas, mais coisinhas para a casa… Tudo fofo e lindo!

Na minha opinião, quando bem usada e bem combinada, uma estampa de oncinha dá um up à qualquer visual. Vocês não acham?

E me digam: vocês também gostam de coisas de oncinha? O que vocês têm?

Conta tudo pra mim e vamos trocar figurinhas!

Beijos!

Esmalte Azul: antes eu era brega quando usava, agora é “fashion”!

Bom, deixa eu começar este post dizendo uma coisa: EU ADORO ESMALTE AZUL METÁLICO.

E mais: gosto desde que eu estava láaa no colégio. Lembro que o primeiro que eu comprei foi lá 1996, usei o vidrinho até o fim (o que é um milagre para mim até hoje). Era um da Impala, antigo, nem lembro o nome. Mas era o único que existia na loja de cosméticos (lembrando que até mesmo uns cinco anos atrás, as cores de esmaltes eram basicamente os tons de: café, vermelhos, brancos, rosas sem gracinha, e só…).

Hoje, sou viciada em pintar as unhas, e gosto de muitas cores. Mas, as preferidas continuam sendo azul metálico, rosas e branquinhos.

O que eu mais acho engraçado, é que antigamente era MUITO estranho ter as unhas azul metálico. E olha que esse meu “antigamente” faz pouco mais de 10 anos… Como eu já fiz parte de algumas “tribos estranhas”, tipo: já fui menina calça larga skatista (oi Ana?) e hipponga (não que hoje eu não seja… só mudou o nome para boho chic hoje em dia!), não era de se estranhar que eu usasse esmalte azul. Mas era só azul ou o querido Renda que eu usava na época. Nada mais além disso. E olha… já era um bafão no colégio e na rua!

E agora, as marcas de esmaltes gringas e brasileiras, se matam pra ver quem lança (e copia) mais cores de esmaltes, um mais diferente do que outro. Eu acho super divertido, e estou adorando essa febre de esmaltes.

É só clicar na foto pra aumentar!

Mas sabe o que é mais bizarro disso tudo?

Ver na rua as “cocotinhas patricinhas e chatinhas” dos tempos de colégio e que riam e falavam mal da minha unha azul metálico, hoje usando coisas “piores”.

Ou mais: ver as manicures e pessoas que há pouco mais de DOIS anos atrás quando eu dizia que adorava pintar minha unha de rosa (adoro os tons tipo do Rosa Chiclete, da Colorama), me olhavam estranho e falavam: “ai não… Vermelho é tão mais chique…”.

Enfim, mais de 10 anos depois, acho que de menininha estranha do colégio hoje eu sou “Fashion”, genteee!!!

Uso esmalte metálico azul e tô abafando. Até o Jeans da Colorama faz parte da nova coleção, chamada “Fashion”.

O mundo dá voltas né?! rs

E vocês, usavam alguma coisa que antes era esquisita pros outros e hoje toooodo mundo usa?

Deixe nos comentários pra gente rir um pouco!

Receita de Sopa Eslava

Das várias coisas que gosto de fazer, entre elas está cozinhar. Mas não gosto de fazer doces (não sei e nem quero aprender pra não me afundar nas gordices gostosas! hehehe). Eu gosto bastante é de fazer pratos salgados. Mas confesso que não gosto de seguir receitas, gosto de inventar e criar coisas, com qualquer coisa que esteja dando um perdido na geladeira.

Com esse friozinho dos últimos dias, a vontade de comer aumenta ainda mais, e pra não viver só de coisas muito gordas que amamos (massas, bolos, pães…), nada melhor do que comer uma sopa bem quentinha, vocês não acham?

Quando eu morava em Curitiba, comi uma vez uma sopa muito gostosa, que eu nunca havia comido antes, pois não faz parte da cultura de onde vim, e desde então virou minha sopa preferida: SOPA ESLAVA!

Na verdade eu havia esquecido dela nos últimos dois anos, desde que me mudei de Curitiba. Mas neste inverno fiz muita Sopa Eslava aqui em casa, e nesta semana não foi diferente.

É muito fácil de fazer, não exige nenhum dote culinário especial, mas ela é uma sopa “de presença”. Ótima pra fazer moral com família, amigos e visitas. Das várias receitas que existem por aí, eu adaptei e criei uma do jeito que mais gosto, e com menos gordura do que a maioria, pois aqui em casa evitamos ao máximo o consumo de gordura. Mesmo assim essa sopa não é das mais lights, mas espero que gostem da receita.

RECEITA DE SOPA ESLAVA

INGREDIENTES

1kg de carne bovina (pode ser patinho, coxão mole ou posta branca)

2 cebolas grandes

2 tomates sem pele

2 kg de batatas

3 colheres de sopa de molho inglês

2 colheres de sopa de mostarda (pode ser amarela ou escura. Eu gosto da escura!)

1 colher de sopa de catchup

1 colher de café de páprica doce

3 litros de água

1 caixinha de creme de leite light

Sal e pimenta do reino a gosto

MODO DE FAZER

1- Corte as cebolas em cubos e refogue sem óleo. O truque é ir acrescentando pingos de água para fritar

2- Quando a cebola estiver dourada, acrescente a carne aos poucos, cortada em cubos pequenos

3- Acrescente os tomates, e quando a carne estiver marrom coloque todos os outros temperos

4- Acrescente as batatas cortadas em cubos pequenos e 2 litros de água.

5- Coloque na panela de pressão por 20 minutos ou na panela normal por uma hora

6- Após pronto, abra a panela e tire uma parte do cozido e bata no liqüidificador. Continue com a panela no fogo, cozinhando, mas aberta

7- Acrescente a mistura que foi batida no liquidificador ao resto da sopa e cozinhe mais uns minutinhos

8- Experimente o sal e temperos, desligue o fogo e misture o creme de leite

PRONTO! É só servir!

É bem rápida e fácil de fazer. Experimente e diga o que achou!

Qualquer dúvida, é só deixar nos comentários que eu respondo.

Beijos!

Achado de Brechó: Nina Ricci por DOIS REAIS!

E como o post do Mercado de Pulgas mostrou que todo mundo adora um brechó, fico super feliz de mostrar para vocês o super achado que fiz algumas semanas atrás:

Comprei um Vestido Nina Ricci por míseros e maravilhosos DOIS REAIS! Ele está usado, mas muito bem cuidado, em perfeito estado.

Eu adoro brechós beneficentes (de igrejas, associações, festas populares), porque, além de ver o empenho das pessoas e ajudar, eles são bem mais baratos e não visam o lucro apenas. Este eu comprei no brechó da Rede Feminina de Combate ao Câncer da minha cidade. Neste mesmo brechó, sempre encontro muita coisa importada (França, EUA, Japão), pois muitas pessoas que doam para lá são mulheres ricas-bem nascidas-viajadas-e-poderosas da cidade. Bom para seres humanos normais como eu né?!

O vestido que comprei é da linha Shopping, uma linha mais básica (e barata). Ao contrário da alta costura, que é a característica mais forte da Maison Nina Ricci (ao lado dos perfumes), criada em 1932 em Paris, este vestido é usável em festas menos glamourosas e até para ambientes de trabalho mais formais. Eu o usei para ir a uma formatura, e gostei bastante do resultado.

Ele tem um detalhe lindo na cintura, um drapeado que dá o charme e modela o tecido de uma maneira linda. É incrível como ele caiu bem no corpo. Coisa de alta costura mesmo, e que nem estou acostumada… hehehe

Eu nunca imaginaria que com 2 reais compraria um item tão xodózinho assim…

Veja só as fotos dele (é só clicar na imagem para aumentar, se preferir!):

Mercado de Pulgas: fui e vendi minhas roupas!

Neste sábado, ocorreu na minha cidade (Joinville) um evento muito legal: o primeiro Mercado de Pulgas, na lindíssima e restaurada Estação Ferroviária da cidade (Estação da Memória). O evento foi criado baseado nos tradicionais Mercados da Europa e no Mercado das Pulgas de Curitiba, e nesta primeira edição qualquer pessoa que tivesse peças que gostaria de vender poderia participar, e havia coisas diversas, como: quadros antigos, porcelanas inglesas, moedas, patrarias, máquinas de costura antigas, e muuuita roupa e acessórios. Não era necessário ser propriamente antiguidades, apenas coisas em bom estado que você não quisesse jogar no lixo ou doar, mas que valem algum dinheiro e você não sabia como se desfazer.

Logo que eu soube do evento, fiquei doida. Adoro brechó, amo antiguidades, e acho que toda cidade deve ter esse tipo de evento que além de tornar-se parte da agenda cultural da cidade, é super sustentável. Mas minhas roupas de brechó eu não vendo nem morta! São roupas garimpadas e especiais (como o vestido Nina Ricci que paguei DOIS REAIS!), então fiz a maior limpa no meu closet, e me inscrevi para expor e vender minhas roupas atuais, e levei MUITAS roupas! Montei duas araras enormes, um cabideiro e uma mesa, e lotei de roupas que quase nunca usei, e muitas que nunca havia usado (para espanto de muitos e minha vergonha, haviam diversas peças com etiqueta ainda!), além de bolsas, sapatos e acessórios diversos.

Fiz questão de colocar apenas roupas legais e bonitas e em ótimo estado de conservação e limpeza, pois acho muita sacanagem vender coisas mal cuidadas. Odeio brechós que vendem coisas caras e feias, pois acredito que roupas usadas devem ser vendidas por preços justos e não abusivos.

O bom é que esvaziei meu guarda roupa, e a minha banquinha fez o maior sucesso: vendi peças da Farm, Mormaii, Hering, TNG, Colcci, Morena Rosa, Makenji, além de muita roupa indiana (adoro!!!) e coisas da Renner e C&A por preços simbólicos. Tudo estava por R$3, R$5, R$10, R$15… Só havia uma peça de R$30 e um casaco da Mormaii por R$50.

O mais legal de tudo foi ter conhecido um monte de gente legal e que se identificou com o meu estilo. Muito legal ouvir das pessoas “suas roupas são legais”, “seu gosto é igual ao meu”, ou “nunca encontro nas lojas roupas assim”. Desde pequena eu gosto de me vestir diferente dos padrões da moda enlatada, e gosto de garimpar em qualquer loja roupas diferentes e que se encaixem no meu gosto, estilo e padrão corporal. Não sou vítima da moda, mas adoro a moda e suas novidades, e acho que é imprescindível cada um ter a sua identidade, afinal, a sua roupa é seu meio de expressão. E a moda vai e vem, mas seu estilo é único e deve prevalecer sempre.

Eu tinha muita dó de me desfazer de algumas roupas específicas, que não eram de brechós e eram novas, e foram compradas em ataques de consumismo. Então, fiquei muito feliz em ver a mulherada se divertindo e limpando a minha barraquinha. Tomara que o Mercado das Pulgas vingue na minha cidade, e que o espaço seja aberto a pessoas normais, e não lojistas. Assim, fica mais divertido pra todo mundo, pois os preços são baixos e a idéia de abrir espaço no guarda roupa prevalece sobre o lucro.

Eu e o Aurélio (meu noivo que me acompanha em todas as aventuras mais bizarras!) ficamos das 7h às 19h em pé, trabalhando, atendendo e nos divertindo. Ganhamos um dinheirinho com as roupas que estavam sem uso, vimos muita gente, conversamos, vimos antiguidades, e voltamos pra casa podres de cansados, mas felizes em ver um evento tão bacana, tão bem organizado, e com tanta gente participando.

Muito legal ver que as pessoas não se importam em usar roupas usadas. Eu acho super normal.

Você usa roupas de brechó também? E já vendeu alguma roupa sua? Olha, faça isso. Eu fiz e achei muito legal.

Homossexuais e você

Uma das coisas que mais me irrita e entristece é o preconceito contra os homossexuais, os hoje chamados pela nova sigla LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Bom, este blog é para falar de moda, peruices, mulherzices, cosméticos e afins, não é mesmo? Então por que a Moguinha louca está falando sobre este tema “nada a ver” aqui? Bom, este é um blog que também expressa as minhas vontades, desejos e opiniões. E minha posição a favor do não preconceito contra a comunidade LGBT faz parte do que eu penso e sou, há muito tempo. Acho que nasci assim, e pela minha vida fui fazendo naturalmente muitos amigos gays, além de fazer uma excelente graduação em Sociologia que me ampliou ainda mais o olhar para os estudos de gênero. E além disso, quem é tão insensível ao ponto de não se comover ao saber de como é sofrida a vida de quem passa por vergonhas, humilhações e preconceitos desde sempre.

O que me motivou a falar pela primeira vez desse assunto aqui, é que nesse mundo da moda e de consumo feminino expresso em blogs, revistas, e mesmo no nosso dia a dia, vejo umas contradições ridículas que me irritam. Por exemplo: as mulheres veneram seus cabeleireiros e estilistas, mas riem e zombam quando veêm um gay na rua, ou quando reclamam da falta de homem no mercado. Pior ainda é quando falam frases grotescas ao se referirem a um homem (heterosexual) que lhe deu um fora, tais como “é um gay mesmo!”, ou “é bicha, só pode!”.

Como tudo no mundo, a hipocrisia é usada sempre que convém. Enquanto eu babo pelo corte bafóm suuuuper na moda que meu cabeleireiro-amica-bibíssima fez, eu zombo do “bicha” que me deu um fora (a verdade dói, não é mesmo?).

É por essas e outras que fico muito feliz quando vejo iniciativas contrárias ao preconceito, e debates que incentivem a disseminação do conhecimento e da igualdade de direitos para os LGBT.

Por coincidência, uma dessas ações esta incrivelmente acontecendo na minha cidade, que é uma cidade extremamente fechada à novidades e temas polêmicos devido a sua colonização alemã altamente tradicional e rígida. Graça a Associação Arco Íris Joinville, Poder Municipal e várias pessoas que lutam pelos direitos e apóiam a felicidade alheia, ocorre desde domingo a Semana da Diversidade Joinville.

O tema principal será as novas configurações familiares, que hoje fogem do padrão mamãe+papai+filhinhos. Assim como o Brasil desponta como um país onde grande porcentagem de mulheres virou chefe de família, temos que abrir os olhos para outra configuração, que é a das uniões homoafetivas (união entre pessoas do mesmo sexo).

Isso não significa (como querem os retrógados e conservadores) dissolução da família tradicional, ou putaria como querem alguns mais lunáticos ainda. Isso significa somente o respeito aos direitos individuais, que estão garantidos na Constituição Brasileira, a lei maior que todos nós cidadão seguimos. Então… se gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais pagam seus impostos, trabalham e contribuem para a economia e força de trabalho brasileira (como qualquer pessoa heterossexual), porque não recebem o mesmo tratamento da lei, quando se trata de:

  • União civil
  • Adocão de Crianças
  • Garantia de direitos do cônjuge, como pensão, plano de saúde, etc?

O que temos que ter consciência é que vivemos num país livre, regido pela Constituição Federal, e num Estado Laico. Ou seja, preceitos religiosos não podem influir na decisão da Justiça. E, sendo assim, não há nada que deva impedir a união homossexual e o respeito que devemos ter com todos. A única coisa que impede é o nosso preconceito e a nossa hipocrisia.

E você, o que acha desse tema?