Papai Noel dos Correios 2010 – Pegue sua cartinha!

Este post é para falar de uma campanha linda e séria dos Correios: o Papai Noel dos Correios.

Há alguns dias tive uma experiência emocionante, que foi buscar algumas cartinhas nos Correios para enviar presentinhos para as crianças neste Natal.

Por mais que eu seja plenamente consciente da realidade social em que vivemos, até por causa da minha formação em Sociologia, infelizmente, devido à vários fatores, muitas vezes parece que vivo em uma bolha de vidro, e quando a realidade bate na porta, é um soco no estômago e um “acordaaaa guria”!

Afinal, para mim é muito triste ver crianças pedindo coisas tão banais e baratas para pessoas que como eu e você trabalham e vivem uma vida “normal”, quanto uma caixa de chocolate ou um material escolar! Elas poderiam ter pedido coisas de criança, como uma bola, um patins, uma bicicleta… Mas não, pediram coisas simples, que com menos de 10 reais conseguimos comprar!

Lendo as cartinhas lá nos Correios, eu me acabei em lágrimas, e quero participar dessa bela iniciativa dos Correios todos os anos. Eu nunca havia participado desta iniciativa, e quero correr atrás do atraso.

Obviamente, dar um presente não resolve o problema da miséria e da falta de oportunidade. Mas, acredito que realizar um sonho e responder à cartinha da criança com palavras de incentivo e carinho pode sim, fazer a diferença na cabecinha dela e fazer com que ela tenha forças para correr atrás de seus sonhos e objetivos.

E olhem só: a campanha Papai Noel dos Correios é realizada há mais de 20 anos! Não é incrível?

E em todas as agências dos Correios do Brasil há mais de 17 milhões de cartinhas esperando que alguém as adote.

Que tal você dar uma passadinha lá também? Corra que ainda dá tempo!

Fofura do dia: vestido de oncinha de criança!

Ai gente, nem tenho palavras pra escrever esse post. Olhem que imagem LINDA!!!

Aliás, três coisas lindas nessa foto: a fofíssima da Katherine Heigl, a filhinha adotiva coreana lindinha Nancy  e o vestido de oncinha fofo e infantil mais lindo que já vi.

E quem disse que criança não pode usar oncinha, né? É só questão de modelagem e combinação dos demais elementos (cabelo, sapatinho, mamãe…)

Quero ela pra mim!

Eu amei e tô apaixonada pela cena! Que menina mais lindinha!

Nunca pensei que eu fosse dizer isso, mas depois dessa cena: daqui uns anos quero uma menininha com roupinha de oncinha também! hehehe

Fonte da imagem:  http://bit.ly/9AXfQ3

Desfiles do Garten Fashion Life e DESABAFO da Mog

Do dia 05 a 07 de outubro rola aqui na minha cidade o Garten Fashion Life, no Joinville Garten Shopping. São 3 dias de desfiles com marcas bem bacanas e oportunidade de conhecer mais de pertinho as novas coleções e novidades do verão 2011.

Quando soube do evento fiquei super feliz, pois a cidade aqui é carente de qualquer evento desse tipo, e esse shopping, recém inaugurado, além de lindo e com marcas super antenadas, tem uma equipe de marketing que está realizando eventos e exposições muito bacanas. Eventos de moda devem sempre ser encarados não como futilidade, mas como essenciais para formar um público conhecedor e consumidor de moda, não é mesmo? O que seria melhor para girar uma economia do que este tipo de consumo? Ainda mais o consumo feminino, que é um tema que muito me agrada e extremamente gerador de receita!

Bom, falando do evento: fui ontem aos desfiles na companhia da minha amiga japa e linda, a Karmen. Ontem assisti ao desfile de 3 marcas: M.Officer, Renner e Scala.

São três marcas que gosto muito, mas confesso tenho um enorme pé atrás com uma coisa da M.Officer: a péssima escolha das vendedoras de algumas lojas que fui aqui em Joinville e Curitiba. Não quero generalizar, pois seria muito injusto, obviamente. Mas sabe quando SÓ tenho experiência ruim ao entrar nessa loja? Ontem, por exemplo, fui pegar os convites da M.Officer e foi a última loja que entrei. Acreditam que as duas vendedoras nojentinhas da loja aqui de Joinville me deram o convite com uma cara de noooojo total, e não fizeram a mínima questão nem de apresentar a coleção, mostrar novidades?! NADA!

Ao contrário das vendedoras da loja Scala aqui de Joinville, que são umas foooofas de tudo, incluindo a Luana, minha super vendedora que eu já conhecia de outras lojas. Sabe aquela vendedora que te atende MUITO bem, mostra tudo, não empurra nada, e consegue delicadamente te convencer a levar meia loja pra casa e você nem sente? Isso sim que é uma verdadeira vendedora!

E ontem foi assim, ao entrar na Renner e na Scala: vendedoras super simpáticas, atenciosas, apresentando as novidades, o catálogo… Além disso tinha champagne para as convidadas dos desfiles da Renner e da Scala nas lojas após os desfiles. Super fofo e delicado!

Nos próximos posts de hoje, vou postar fotinhos e comentários com o que teve de lindo e promessas da moda verão em cada um dos desfiles. Assim como comentários sobre as makes e cabelos. (só estou aguardando o shopping me enviar as fotos oficiais do evento, com os looks de frente).

Mas nesse post, eu queria fazer um desabafo e perguntar pra vocês, leitoras e amigas: só eu que me estresso e deixo de gostar de uma marca por causa das vendedoras? Gente, eu achei o desfile da M.Officer lindo, mas não dá vontade de ir comprar nada só por causa das vendedoras nojentinhas…

Deixem seus comentários para eu não me sentir tão ranzinza sozinha vai…. hehehe

Homossexuais e você

Uma das coisas que mais me irrita e entristece é o preconceito contra os homossexuais, os hoje chamados pela nova sigla LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Bom, este blog é para falar de moda, peruices, mulherzices, cosméticos e afins, não é mesmo? Então por que a Moguinha louca está falando sobre este tema “nada a ver” aqui? Bom, este é um blog que também expressa as minhas vontades, desejos e opiniões. E minha posição a favor do não preconceito contra a comunidade LGBT faz parte do que eu penso e sou, há muito tempo. Acho que nasci assim, e pela minha vida fui fazendo naturalmente muitos amigos gays, além de fazer uma excelente graduação em Sociologia que me ampliou ainda mais o olhar para os estudos de gênero. E além disso, quem é tão insensível ao ponto de não se comover ao saber de como é sofrida a vida de quem passa por vergonhas, humilhações e preconceitos desde sempre.

O que me motivou a falar pela primeira vez desse assunto aqui, é que nesse mundo da moda e de consumo feminino expresso em blogs, revistas, e mesmo no nosso dia a dia, vejo umas contradições ridículas que me irritam. Por exemplo: as mulheres veneram seus cabeleireiros e estilistas, mas riem e zombam quando veêm um gay na rua, ou quando reclamam da falta de homem no mercado. Pior ainda é quando falam frases grotescas ao se referirem a um homem (heterosexual) que lhe deu um fora, tais como “é um gay mesmo!”, ou “é bicha, só pode!”.

Como tudo no mundo, a hipocrisia é usada sempre que convém. Enquanto eu babo pelo corte bafóm suuuuper na moda que meu cabeleireiro-amica-bibíssima fez, eu zombo do “bicha” que me deu um fora (a verdade dói, não é mesmo?).

É por essas e outras que fico muito feliz quando vejo iniciativas contrárias ao preconceito, e debates que incentivem a disseminação do conhecimento e da igualdade de direitos para os LGBT.

Por coincidência, uma dessas ações esta incrivelmente acontecendo na minha cidade, que é uma cidade extremamente fechada à novidades e temas polêmicos devido a sua colonização alemã altamente tradicional e rígida. Graça a Associação Arco Íris Joinville, Poder Municipal e várias pessoas que lutam pelos direitos e apóiam a felicidade alheia, ocorre desde domingo a Semana da Diversidade Joinville.

O tema principal será as novas configurações familiares, que hoje fogem do padrão mamãe+papai+filhinhos. Assim como o Brasil desponta como um país onde grande porcentagem de mulheres virou chefe de família, temos que abrir os olhos para outra configuração, que é a das uniões homoafetivas (união entre pessoas do mesmo sexo).

Isso não significa (como querem os retrógados e conservadores) dissolução da família tradicional, ou putaria como querem alguns mais lunáticos ainda. Isso significa somente o respeito aos direitos individuais, que estão garantidos na Constituição Brasileira, a lei maior que todos nós cidadão seguimos. Então… se gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais pagam seus impostos, trabalham e contribuem para a economia e força de trabalho brasileira (como qualquer pessoa heterossexual), porque não recebem o mesmo tratamento da lei, quando se trata de:

  • União civil
  • Adocão de Crianças
  • Garantia de direitos do cônjuge, como pensão, plano de saúde, etc?

O que temos que ter consciência é que vivemos num país livre, regido pela Constituição Federal, e num Estado Laico. Ou seja, preceitos religiosos não podem influir na decisão da Justiça. E, sendo assim, não há nada que deva impedir a união homossexual e o respeito que devemos ter com todos. A única coisa que impede é o nosso preconceito e a nossa hipocrisia.

E você, o que acha desse tema?

Por que os homens gostam da gente de jeans e camiseta?

Quando li um post da fofíssima Lia do Just Lia há umas duas semanas atrás, confesso que pensei “cadê a câmera?”, “tem alguém aqui em casa filmando minha rotina, só pode!”. Sério mesmo.

Enfim, resumindo o post da Lia superficialmente, ela diz que seu noivo adora quando ela está de jeans+camiseta divertida+tênis e está alheio a todas as novidades e peruices fashionistas que nós mulheres adoramos, mas que todo fofo sempre faz uns comentários sobre as roupas dela.

Pois bem… O post da Lia reflete e traduz de maneira maravilhosa o que eu passo aqui em casa com o meu noivo, o Aurélio, toooodo santo dia. Gente, me diz: por que raios a gente se emperequeta tanto, fica horas se arrumando pra sair, se SEMPRE temos que perguntar: “Tô BUNITA tchuquinho-ôôô?!”. E claro, AI dele se disser qualquer coisa que não seja um enfático “tá LINDA amoorr!”. E mais: mais AI dele ainda se não fizer nenhum comentário extra do tipo “Nossa, é novo esse seu LINDO colar? Ou “Que legal essa maquiagem DIFERENTE que você fez!”.

Ok, e nós fingimos que realmente acreditamos nesses comentários suuuuper espontâneos, não é mesmo?

A questão principal é: não estou cogitando o fato de estarmos realmente bonitas ou feias, eu queria era uma explicação antropológica/psicológica/paranormal definitiva para o fato de que assim como o noivo da Lia, o meu tem um comportamento padrão típico (nerd com comportamento padrão é pleonasmo, mas tudo bem…) que se traduz na minha pessoa

Somente receber elogios SEM EU TER QUE PERGUNTAR, ou seja, espontaneamente, quando estou com a roupa mais TOSCA e simples do mundo!

Pra ter noção do que estou falando, saca só os meus LOOKS preferidos pelo bofe Aurélio:

  • Calça jeans + blusinha branca + all star
  • Saia de malha + blusinha sem estampa + rasteirinha
  • E o campeão da simplicidade: vestido de malha podre, que uso pra limpar a casa!

Eu já pensei em mil explicações feministas e conspiratórias para esse tipo de padrão de comportamento masculino (que vi que é do Aurélio, do noivo da Lia, dos meus amigos…), pensando se é algum tipo de subordinação feminina, sinal de fragilidade, complexo de Édipo, e blá blá blá…

Mas acho que no fim desisti de tentar entender, e simplesmente continuo com aquela velha máxima que mulheres definitivamente devem se vestir para si, para sua felicidade, e para sua auto estima. Afinal, só nós entendemos o que é esse tal de skinny, open boot, pied de poule, boho, oxford, wet legging, clog e taaaantas outras frescuras legais!

E NUNCA vamos conseguir que eles entendam que esmalte vermelho não é de tia velha, que calcinha bege de fio dental é necessária e útil em certos casos, ou que manga presunto é nome de roupa, não de comida.

Enfim, assim como disse a Lia no final do seu post citando Betsey Johnson: mulheres se vestem para si e para outras mulheres, pois se nos vestíssemos para os homens, andaríamos peladas por aí o tempo todo.

Portanto, façamos sempre a nossa moda, com o nosso jeito, com as nossas preferências, nossas vontades, com o que nos deixa bem, confortáveis conosco e com o mundo. Daí, um dia ou outro, a gente coloca aquele jeans e aquela camiseta super sem graça, e ganha o dia do namorado!!!

Moda cíclica e reciclável

E você?

Inaugurando o blog, e cheia de idéias para compartilhar. Vamos nessa?

Pois então… Eu gosto de moda, gosto de saber tudo que acontece por aí.

Gosto de saber o que está sendo lançado, o que apareceu em cada desfile, gosto de pensar sobre o que foi criado de novo nas passarelas internacionais e nacionais. E mais ainda, sobre o que foi tirado da tumba dos anos 30, 50, 60… Ou mesmo de 3, 4 anos atrás (não é bem assim que acontece???). A moda felizmente (ou infelizmente, depende da visão e interesse) é cíclica e reciclável.

Eu, particularmente, acho isso lindo, prazeroso, e sobretudo, ecologicamente e socialmente correto (com o mundo e com o nosso bolso!). E quem tem estilo e atitude (como muitas mulheres lindas que vemos por aí) sabe tirar láaaa do fundo do baú uma peça linda, e usá-la tranquilamente com o maior estilo próprio, e estando “na moda”! Mesclando, misturando, fazendo um tudo-junto-e-misturado-com-noção-e-auto-conhecimento, tornando o retrô e o vintage atemporais, e lindos e antenados com o seu estilo pessoal e as novas tendências.

E o melhor de tudo isso: gastando nada e sendo super fashion.

Eu não sou nenhum exemplo fenomenal de estilo, mas humildemente eu digo: ADORO um brechó bem baratinho, ou assaltar o armário da minha mãe e da minha vó… Como as roupas antigas tem um acabamento lindo e bem feito, vocês não acham?

Beijos!